quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Água é tudo igual? Não! Conheça a com pH alcalino, que promete até combater o envelhecimento


S
ua avó já dizia que beber dois litros d'água por dia era cura para quase todos os males, de gripe a intestino preso, além de fundamental para limpar o organismo. Seu endocrinologista também bateu na tecla até cansar, reafirmando que os tais dois litros mínimos eram parte obrigatória da dieta para se livrar dos quilos extras. A questão é que agora não basta beber muita água: você tem de beber a certa.


Ao contrário do senso comum, água não é tudo igual. Ela pode ser mineral, purificada, filtrada, termal, efervescente, de geleira. E ainda pode ser dividida em neutra (pH 7), ácida (pH abaixo de 7) e alcalina (pH acima de 7). “O que define o pH e torna a água ácida ou alcalina é a quantidade de íons de hidrogênio presentes em sua composição”, esclarece a nutricionista funcional Karina Al Assal.

A versão com o pH acima de 7 tem sido apontada como uma forma de hidratação que promete dar um boost ao organismo. “Estudiosos observaram que, em lugares onde a água é naturalmente mais alcalina, a população tem expectativa de vida maior”, conta Liliane Oppermann, nutróloga e ex-diretora da Associação Médica Brasileira de Ortomolecular (AMBO). A água alcalina é ideal porque termina equilibrando o organismo. “Muitos hábitos contemporâneos estimulam a acidez, como dormir pouco, manter uma dieta não balanceada, abusar de café, refrigerantes e bebidas alcoólicas, passar por períodos de estresse. O problema é que o pH ácido aumenta a ação dos radicais livres”, adverte Liliane. Para combater esses vilões-mores do envelhecimento, é preciso aumentar o pH do organismo, para então atingir o equilíbrio. E a água alcalina tem justamente esta função: combater a acidez gerada pelos (maus) hábitos cotidianos, re estabelecendo o pH neutro.


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Saiba como escolher a água mineral mais saudável



Um dos poucos alimentos que são liberados de forma quase unânime por médicos e nutricionistas é a água. Bebê-la não tem contraindicação. Mas você já deu uma olhada no rótulo da garrafa de água mineral que o acompanha todos os dias?
Pois muita gente andou olhando e não gostou do que viu. A quantidade de sódio e a variação desse elemento entre uma marca e outra é de causar engasgos. Para tirar a prova, Zero Hora fez um teste: consultou o rótulo de 10 marcas de água mineral. Foi constatado que a quantidade pode variar de 3,086mg/l até 103,86mg/l, o que representa uma diferença de mais de 3.000%.
Apesar de esses números assustarem, nenhuma marca de água mineral está fora dos limites aceitáveis pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é de 600 mg/l. Ainda assim, os especialistas recomendam atenção na hora de escolher a água que você vai beber. 

Anvisa proíbe venda de lote de água mineral
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— A nossa alimentação já tem muito sódio, que consumimos por meio dos produtos industrializados e do tempero que adicionamos, e ainda vamos ingerir mais na água? Ela deveria ser uma fonte de hidratação, e não o contrário — afirma a nutricionista e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) Raquel Dias.
De uma forma geral, o excesso de sódio na alimentação causa retenção de líquidos, o que leva ao aumento da pressão arterial. Por isso, o alerta serve principalmente para as pessoas que sofrem com hipertensão, problemas cardiovasculares e renais, que são potencializados com o alto consumo desse elemento.
Mas a qualidade da água não depende somente da quantidade de sódio que ela contém. Há diversos outros fatores que devem ser considerados, como o índice de pH. O "potencial hidrogeniônico" é uma escala que mede o nível de acidez da água. A recomendação da American Public Health Association é que o pH varie de 7 a 10, o que caracteriza uma água neutra ou alcalina. Nas marcas pesquisadas por ZH, foi encontrada uma variação grande neste índice: de 5,45 (água ácida) até 9,58 (água alcalina).
— A qualidade da água é determinada pela quantidade e pela qualidade dos minerais que ela contém. O ideal é sempre analisar os elementos de cada água para saber se você está comprando um bom produto — complementa o professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Olinto Monteggia.
Para saber qual a melhor escolha, a nutricionista e professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Gilberti Hubscher recomenda:
— O sódio deve ser o primeiro fator a ser analisado, mas o ideal é buscar um equilíbrio entre um bom pH, uma quantidade pequena de sódio e bons níveis de outros minerais importantes para a saúde, como o potássio e o magnésio.
Fonte: ZH Vida

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

pH da água




Saiba mais o que é o pH da água? Qual o valor ideal do pH da água potável e qual a influência do pH da água que consumimos sobre o PH do nosso sangue?
As letras pH são as iniciais de percentual Hidrogeniônico.  Qual é a implicação sobre a qualidade da água destinada ao consumo humano? A escala de pH varia de 1 a 14, sempre números positivos, e indica a concentração de íons H+ presentes na água. Como essa concentração de íons H+ determina o caráter ácido da água, costumamos dizer que o valor do pH indica se a água tem caráter ácido, neutro ou básico (também chamado de alcalino), de forma que, valores de pH menores que 7 representam caráter ácido, maiores que 7.0 representam caráter básico e igual a 7.0 representa caráter neutro. Isso não significa absolutamente que uma água com PH igual a 6.0, por exemplo, seja ácido, ou, que uma água com pH igual a 8.5 seja uma base. O pH da água indica, apenas, seu caráter baseado na concentração dos íons H+, visto que ácidos e bases propriamente ditos são espécies químicas com definições baseadas em conceitos bem mais complexos que simplesmente o valor do pH.
Hoje no Brasil, quem determina todos os Padrões de Potabilidade em todo o território nacional é a Portaria 2914 do Ministério da Saúde. Essa Portaria recomenda que o valor do pH da água destinada ao consumo humano e fornecida pela rede pública de abastecimento esteja na faixa entre 6.0 a 9.5. Entretanto, existem inúmeras águas engarrafadas e comercializadas em garrafões para bebedouros cujo pH é inferior a 6.0. Essa condição não deixa nenhuma água “melhor” ou “pior” para a saúde humana, pois, seu efeito sobre ela, baseado no pH, é absolutamente nenhum.
Não existe nenhuma influência do pH da água que consumimos sobre o pH do nosso sangue. Esse é outro absurdo que circula na internet. O pH do sangue humano varia entre 7.35 e 7.45, que garante que nosso metabolismo opere normalmente. O corpo humano tem mecanismos refinados para conseguir manter o pH do nosso sangue dentro dessa faixa, pois fora dela nossa saúde entraria em sério comprometimento. Obviamente um copo de suco de limão não poderia interferir nesse metabolismo como, de fato, não interfere. Muito menos, um copo com água cujo pH fosse 8.0, 9.0 ou mesmo 10.0. Do contrário estaríamos sujeitos à morte súbita com uma simples limonada. Efeito semelhante acontece com as águas gaseificadas que, em geral, têm pH inferior a 6.0 em razão da presença do ácido carbônico produzido pelo gás (CO2) e que não têm absolutamente nenhuma interferência sobre o pH de nosso sangue e nem de nossa saúde como um todo.

Portanto vamos beber muita água, pois água é alimento pro corpo, é saúde. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016



O que é Água Mineral?
Água mineral é a água que tem origem em fontes naturais ou artificiais e que possui componentes químicos adicionados, como sais, compostos de enxofre e gases que já vêm dissolvidas na água, portanto são invisíveis a olho nu. Toda água mineral, por mais pura que seja, possui uma certa quantidade de sais.
A água mineral pode ser artificialmente captada, atividade geralmente realizada por grandes empresas, ou então é captada de fontes naturais, como rios, riachos, que são conhecidos também como poços artesianos. Algumas águas minerais são captadas também de locais que já apresentou alguma atividade vulcânica.
Tipos de Água Mineral
Existem diversos tipos de água mineral, e são definidas de acordo com a fonte em que são captadas, sua origem, composição química, temperatura e outras substâncias presentes. Os tipos de água mais conhecidos são a água mineral sem gás, e a água mineral com gás e as águas conhecidas como terapêuticas. Existem exames especiais que tem o objetivo de identificar se a água é própria para consumo humano, se não está contaminada, e se pode ser utilizada para tomar banho.
Água Mineral Contaminada
Mesmo sendo uma bebida muito pura e que faz bem para a saúde, a água também pode ser contaminada, em especial pelas embalagens, que podem causar danos à saúde. Existe três maneiras de a água ser contaminada, por agentes químicos (como chumbo e arsênico), agentes físicos (pedaços de vidro, plástico ou metal), e microbiológicos (como bactérias, vírus e parasitas).

Para evitar uma contaminação, as pessoas devem estar sempre atentas a embalagem da água, em que condições está o produto, se as garrafas ou galões estão expostos ao calor e à falta de higiene. Existem também as águas conhecidas como “pirata”, que são aquelas que escaparam da fiscalização dos órgãos governamentais, e são um grande perigo, pois podem ter sido retiradas de fontes contaminadas por substâncias tóxicas ou bactérias.( significados.com.br)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O que é Água Mineral?



    Água mineral é a água que tem origem em fontes naturais ou artificiais e que possui componentes químicos adicionados, como sais, compostos de enxofre e gases que já vêm dissolvidas na água, portanto são invisíveis a olho nu. Toda água mineral, por mais pura que seja, possui uma certa quantidade de sais.
 A água mineral pode ser artificialmente captada, atividade geralmente realizada por grandes empresas, ou então é captada de fontes naturais, como rios, riachos, que são conhecidos também como poços artesianos. Algumas águas minerais são captadas também de locais que já apresentou alguma atividade vulcânica.
Tipos de Água Mineral
Existem diversos tipos de água mineral, e são definidas de acordo com a fonte em que são captadas, sua origem, composição química, temperatura e outras substâncias presentes. Os tipos de água mais conhecidos são a água mineral sem gás, e a água mineral com gás e as águas conhecidas como terapêuticas. Existem exames especiais que tem o objetivo de identificar se a água é própria para consumo humano, se não está contaminada, e se pode ser utilizada para tomar banho.
Água Mineral Contaminada
Mesmo sendo uma bebida muito pura e que faz bem para a saúde, a água também pode ser contaminada, em especial pelas embalagens, que podem causar danos à saúde. Existe três maneiras de a água ser contaminada, por agentes químicos (como chumbo e arsênico), agentes físicos (pedaços de vidro, plástico ou metal), e microbiológicos (como bactérias, vírus e parasitas).
Para evitar uma contaminação, as pessoas devem estar sempre atentas a embalagem da água, em que condições está o produto, se as garrafas ou galões estão expostos ao calor e à falta de higiene. Existem também as águas conhecidas como “pirata”, que são aquelas que escaparam da fiscalização dos órgãos governamentais, e são um grande perigo, pois podem ter sido retiradas de fontes contaminadas por substâncias tóxicas ou bactérias. (significados.com.br)

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Água Mineral: uma fonte de benefícios para a saúde




Desde criança se aprende que o consumo de água é vital para o corpo humano. Líquido precioso, a água cumpre um papel importante no organismo. Além de regular muitas funções, como a temperatura corporal e o bom funcionamento do sistema circulatório, a água também contribui para o transporte de nutrientes e é essencial em todos os processos fisiológicos e bioquímicos do nosso corpo.
Com a busca crescente por bem-estar e qualidade de vida, a chamada onda saudável, o consumidor brasileiro está cada vez mais consciente de que, dentro da categoria água, a mineral natural é especialmente benéfica para a saúde. O aumento do consumo do produto atesta essa tendência. Segundo dados da Abinam, o mercado apresenta patamares de crescimento próximos a 20% ao ano. O Brasil é hoje 8º maior produtor mundial de água mineral envasada, com 7% de participação no mercado global.
"A indústria de água mineral é uma das que mais cresce no Brasil, porque as pessoas querem um produto natural", explica Carlos Alberto Lancia, presidente da Abinam. Segundo ele, o crescimento do setor está relacionado a hábitos mais saudáveis dos brasileiros, que têm buscado reduzir a presença de a presença de bebidas açucaradas e com adoçantes nas refeições.



Cardápio diversificado

Por definição as águas minerais são aquelas provenientes de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possuam composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas diferentes das águas comuns, com características que lhes confiram uma ação medicamentosa.
Como são classificadas de acordo com a composição química, origem da fonte, temperatura e gases presentes, o que dá a cada tipo propriedades específicas, o consumidor tem à sua disposição um amplo cardápio de opções. 
O problema é que muitos consumidores ainda não desenvolveram o hábito de consultar o rótulo para saber qual tipo de água estão comprando e sua composição, cuja especificação é obrigatória nas embalagens e, assim, tornar a escolha consciente para beneficiar-se dos seus poderes medicinais, de acordo com a sua necessidade e preferência. 
Além de ser, de modo geral, um poderoso suplemento nutricional, há água mineral com as mais diversas propriedades terapêuticas. As fluoretadas, por exemplo, são indicadas para a saúde dos dentes e ossos. O seu consumo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde para prevenir doenças da boca. As brometadas são sedativas e tranquilizantes, ajudam a combater a insônia e o nervosismo. A sulfatada atua como antinflamatório e antitóxico.



A importância da água no organismo humano

Entre 50 e 70% do corpo humano é composto de água. Por isso a água é essencial à vida e ao bom funcionamento de todo o organismo.
A água é imprescindível para manter diversas funções vitais e órgãos do nosso corpo:
• Os rins chegam a ter 83% de água, enquanto o coração, os pulmões e o sangue ficam com algo em torno de 80%;
• É importante para a digestão e transporte dos nutrientes para as células;
• Atua como lubrificante nos olhos e entre os ossos;
• Tem fundamental participação na atividade cerebral e no funcionamento do sistema nervoso;
• Equilibra a temperatura do corpo.
No entanto, estamos permanentemente eliminando água do organismo. Somente com a respiração são 0,3 litros por dia. Quando a temperatura ambiente é alta ou quando fazemos exercícios físicos, a perda é de 0,8 litros por hora. Mais 1,5 litro se perde com a urina, a evacuação e a salivação. Pode parecer pouco, mas começa a ser perigoso quando esse volume se aproxima de 1% do peso corporal, quando é ativado o processo de desidratação, já que a função vital de muitos órgãos dependem da quantidade equilibrada de água.
Repor líquido constantemente é uma necessidade tão importante quanto respirar. E a quantidade recomendada para todas as pessoas gira em torno de 2 litros de água diários. 
A não reposição adequada de água resulta em moderada ou aguda desidratação. Nesses casos surgem alguns sintomas como dor de cabeça, dificuldade de concentração, dor nas costas, hipertensão entre outros. Uma pessoa pode passar até dois meses sem ingerir alimento sólido, mas não passaria mais de 48 horas sem consumir líquido sob pena de sérios riscos à saúde e à vida.



Água na natureza


Embora possa parecer que a Terra seja um grande "reservatório" de água, a maior parte dela não está disponível para consumo humano: os oceanos constituem cerca de 97,5% da água do globo terrestre; 1,9% estão localizadas nas calotas polares e geleiras; 0,6% é encontrada na forma de água subterrânea, em lagos, rios e também na atmosfera, como vapor d’água, e apenas 0,6% da água do planeta pode ser usada para consumo humano.



Como levar esse 0,6% de água até a população?

No Brasil, o Ministério da Saúde estabelece os procedimentos e responsabilidades que asseguram o controle da qualidade e distribuição da água para consumo humano. No entanto, milhares de cidadãos ainda não têm acesso à água de qualidade, uma vez que, aproximadamente, 45% dos municípios brasileiros não possuem saneamento básico.
A falta de infraestrutura no tratamento e distribuição da água é responsável por 65% das internações hospitalares no Brasil devido às doenças transmitidas pela água. A cada ano, mais de 5 milhões de pessoas morrem no mundo por ingerirem água de má qualidade ou contaminada.



Água Mineral: 100% natural

A água mineral é obtida diretamente de fontes naturais sem alteração de sua qualidade, características naturais e de pureza. Nenhum elemento é adicionado ou retirado. Todas as etapas de produção, que vão desde a captação até chegar ao consumidor final, obedecem a rigorosos padrões nacionais e internacionais de higiene. 
Os sais minerais presentes nas águas minerais podem oferecer efetiva contribuição à nutrição e à saúde do organismo. Flúor (prevenção de cáries), Sódio (músculos e nervos), Magnésio (previne hipertensão), Cromo (regula taxas de açúcar no sangue), Cobre (absorve ferro na forma de hemoglobina), Manganês (sistema reprodutivo), Zinco (sistema imunológico), Cálcio (osteoporose), Bicarbonatos (nível de acidez no estômago) e Sulfato (digestão).
Disponível ao consumidor em diversos tipos de embalagens, são as versões de 10 e 20 litros que mais estão presentes nos lares brasileiros, o equivalente a 65% da produção de água mineral no País.
A água mineral, uma vez que possa ser mais acessível à população brasileira, é a única alternativa no curto e médio prazos para diminuir as doenças causadas pela falta de saneamento básico no Brasil e, consequentemente, os custos gastos com a saúde no atendimento e tratamento dos brasileiros.






Fonte: abinam.com.br

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Os 10 BENEFÍCIOS da CERVEJA para a saúde.





Será que a nossa cervejinha  pode realmente ser benéfica para a saúde?  A Cerveja é uma bebida muito antiga, cuja preparação vem das antigas civilizações suméria, egípcia e outras. A cerveja de hoje mantém alguns dos benefícios que foram atribuídos no passado? Abaixo enumeramos os benefícios da ingestão da cerveja.

1. Aumento do Colesterol Bom
De acordo com Eric Rimm, pesquisador de Harvard, as bebidas alcoólicas podem reduzir o risco de ataque cardíaco em 30% e aumentar o bom colesterol. Como resultado, na sua opinião, o álcool, como o da cerveja pode proporcionar benefícios cardiovasculares. Naturalmente, sempre com a devida moderação. Porque de fato, o consumo excessivo de álcool pode causar câncer do fígado, cirrose hepática, hipertensão, aumento da mama e tumores no cólon e na mama.

2. Benefícios para os rins
Um estudo realizado na Finlândia mostrou que a cerveja tem um impacto menos negativo sobre os rins do que outras bebidas alcoólicas. Consumir cerveja pode ajudar a reduzir o risco de desenvolvimento de pedras nos rins em até 40%. Devemos sempre ter cuidado para não beber álcool em excesso, e de seguir uma dieta saudável e equilibrada.

3. Melhorar a digestão
Cerveja pode ajudar a melhorar a digestão. Em particular, a cerveja preta quecontém cerca de 1 grama de fibra solúvel para cada copo de 300 ml, ao contrário do vinho, o qual não contém qualquer tipo de fibra. A quantidade de fibra presente na cerveja ainda é bastante pequena, mas é bom lembrar a importância das fibras para o trânsito intestinal e digestão.

4. Prevenção de diabetes
Um estudo publicado em 2009 na revista Diabetes Care constatou que o consumo de álcool com moderação pode ajudar na prevenção do diabetes tipo 2 em homens e mulheres. A referência se faz tanto para vinhos, licores como cervejas. O risco de desenvolver diabetes tipo 2 foi maior nos não-bebedores e naqueles que bebiam álcool em excesso, em comparação com aqueles que bebiam moderadamente.

5. Prevenção à osteoporose
Um estudo recentemente realizado pela Universidade de Cambridge, revelou que a cerveja pode conter um ingrediente secreto adequado a proteger as mulheres contra a osteoporose. A cerveja seria uma fonte de ácido ortosilicico, que favorece o desenvolvimento dos ossos. Os especialistas recomendam, no entanto, para escolher as cervejas menos refinadas e artesanais tanto quanto possível.

6. Melhorar a circulação
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Harokopio, Grécia, beber cerveja pode ser bom para o coração e ajuda a melhorar a circulação sanguínea, especialmente tornando mais flexíveis as artérias. De acordo com os pesquisadores gregos, os benefícios da cerveja na saúde do coração e na circulação, seriam devidos aos princípios antioxidantes presentes na bebida.

7. Fonte de vitamina B
Talvez você não soubesse, mas a cerveja contém vitaminas. É considerada uma fonte de vitamina do grupo B, especialmente a vitamina B6 e vitamina B9, que são importantes na proteção do organismo contra doenças cardiovasculares. Um consumo moderado de cerveja, de acordo com um estudo holandês, pode ajudar a aumentar o teor de vitamina B6 no sangue.

8. Reduzir o risco de Alzheimer
Um estudo recente realizado na Espanha sugere que o teor de silício presente na cerveja pode ajudar a proteger contra possíveis efeitos de deterioração de alumínio no cérebro, que em estudos anteriores, está relacionado ao risco de doença de Alzheimer. O estudo, publicado na revista Food and Chemical Toxicology, sugere que o consumo moderado de cerveja pode ser considerado uma parte normal dos hábitos alimentares da população. Especialistas da Universidade de Alcalá, no entanto, lembram que o consumo de bebidas alcoólicas deve ser mantido dentro de certos limites, o que pode variar de acordo com o sexo e a idade.

9. Combater a insônia
Beber um copo de cerveja antes de ir para a cama pode ajudar aqueles que sofrem de insônia. A cerveja, diferentemente do vinho, tende a gerar torpor. Por isso, é indicada como um remédio natural para tentar combater a insônia em pessoas que têm dificuldades para dormir. O teor leve do álcool contido na cerveja age como uma leve ação sedativa, enquanto o efeito soporífero da cerveja seria devido ao lúpulo.

10. Reduz a ansiedade e o estresse
A gente já sabia, mas existe alguma confirmação científica de que a cerveja possa ser útil para quem que sofre de ansiedade e estresse? De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, beber 2 copos de cerveja por dia pode ser um antídoto útil para reduzir a ansiedade e o estresse, especialmente se eles estão relacionados com a sua situação no trabalho. Happy hour vamos nós, mas mais uma vez, e principalmente neste caso, é importante não cair vítima do consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Fonte: GreenMe
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