quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Estudos sugerem que consumir água alcalina gera benefícios para a saúde


Estudos sugerem que a água alcalina traz benefícios para a saúde. A água é a base da vida em nosso planeta e está presente em quase todos os elementos que conhecemos. Em nosso organismo não é diferente, somos formados por 70% de água, 20% matéria orgânica e 10% de minerais. Por isso, há anos a comunidade científica tenta compreender como a composição da água pode influenciar a nossa saúde.
De fato, se pararmos para pensar, alguns dos minerais mais importantes para o nosso organismo são obtidos através do consumo da água como, por exemplo, o magnésio, o cálcio e o potássio. No entanto, a água também pode ser uma fonte de toxinas e metais pesados que podem interferir na nossa saúde. A água encanada, por exemplo, possui altas quantidades de cloro para eliminar bactérias e pode estar contaminadas com metais pesados.

Mas o que é a água alcalina e qual a importância do pH?

A água alcalina possui um pH superior a 7,5, idealmente entre 8 e 10 sendo superior ao pH do corpo humano que é de 7,5. Ela deve possuir também baixo teor de cloro, de flúor e não possuir metais pesados.
O pH é algo muito importante para nosso organismo, em uma infecção grave, por exemplo, fatores inflamatórios e toxinas estão elevados no sangue, o pH sanguíneo então diminui (menor do que 7,35). Nesses casos ocorre diminuição do bicarbonato abaixo de 22 meq/l e inicia-se assim a acidose metabólica.

Qual a diferença da água alcalina para a água mineral de garrafa?

Para se ter uma ideia a maioria das águas minerais vendidas possuem um pH menor do que 7,5, ou seja, são mais ácidas do que o nosso sangue. Além disso, existe a adição do flúor e a contaminação pelo Bisfenol A (toxina presente no plástico). Uma boa dica é sempre verificar o rótulo das águas minerais e ver o pH da água que você está comprando.


Existem estudos científicos que comprovem benefícios da água alcalina?

Longevidade

Estudo publicado em maio de 2016 feito com 150 camundongos mostrou em um segmento de três anos uma maior sobrevida do grupo que recebeu água alcalina ao invés de água encanada. Os pesquisadores ainda citam que a água alcalina atua como "fator de desaceleração do envelhecimento". Apesar do estudo ser muito interessante ainda não se pode afirmar que o consumo de água alcalina por seres humanos possa aumentar ou prolongar a vida.

Câncer

Em estudo recente de "Azzarito et al (PLOS One, 2016)" foram avaliados os efeitos da administração oral de uma água alcalina no crescimento do melanoma (câncer de Pele). A água alcalina foi administrado diariamente por via oral, começando uma semana após a implantação do tumor nos camundongos. 
A acidez dos tumores foi medida por método guiado. Além disso, o pH da urina foi monitorada durante o estudo para potencial alcalose metabólica (efeito colateral presumível da água alcalina). A administração da água alcalina reduziu significativamente o crescimento do melanoma nos camundongos. Os resultados foram apoiados por experiências in vitro, em que as culturas de células de melanoma humano e de camundongos tratados com água alcalina exibiram uma inibição dependente da dose do crescimento de células tumorais. 
Este estudo publicado em uma revista conceituada fornece a primeira prova do conceito de que a água alcalina pode trazer benefícios no tratamento do câncer. Os autores concluem que "é concebível que o controle dos desequilíbrios do pH ao nível dos órgãos e dos tecidos que estão são alvo das terapias atuais anti-câncer podem representar uma nova ferramenta eficiente para melhorar a eficácia das drogas e que estes resultados vão promover novas investigações sobre o uso combinando dos agentes de quimioterapia e imunomoduladores usados no tratamento do câncer."
Vale ressaltar que apesar desse resultado, não existe até o momento um estudo randomizado, duplo-cego controlado que evidencie prevenção do câncer pelo consumo da água ou alimentos alcalinos. E para mostrar como o assunto ainda é muito controverso uma revisão publicada no jornal BMJ mostra que ainda faltam evidências científicas para associar prevenção do câncer com o uso da água ou de alimentos alcalinos.

Doença do refluxo gastroesofágico

A enzima pepsina é fundamental para o mecanismo fisiopatológico da doença do refluxo e ela responde ao pH do estômago. A pepsina é estável ao pH de 7,4 e pode ser ativada pela elevação dos ions de hidrogênio. Um estudo muito interessante publicado em 2012 mostra que o pH da água alcalina a 8,8 desnatura instantaneamente a pepsina, tornando-a permanentemente inativa.
Os pesquisadores concluem que a água alcalina tem boa capacidade de desativar a pepsina. Assim, o consumo de água alcalina pode trazer benefícios terapêuticos para pacientes com doença de refluxo em associação com tratamento médico adequado.

Doenças cardiovasculares:

A relação da água alcalina com doenças cardiovasculares é estudada desde a década de 80, podemos citar dois estudos de "Eisenberg et al. (1986 e 1986)" que demonstram íntima relação da deficiência de magnésio com arritmias cardíacas e a ocorrência de morte súbita cardíaca. Estudos mais recentes também mostram que a água alcalina parece diminuir a pressão arterial devido a presença de altas quantidades de magnésio. 
É o que mostra o estudo "Barbagallo et al. (2010)", onde indivíduos idosos com diabetes tiveram melhora da função endotelial e maior vasodilatação arterial com consumo da água alcalina. Outro estudo de "Rylander et al. (2004)" publicado no BMC Public Health Journal mostrou que pacientes com deficiências de magnésio e cálcio tiveram melhora da pressão arterial sistêmica após tratamento com água alcalina. Ainda, uma recente meta-analise de "Larsson et al. (2012)" publicado no American Journal of Clinical Nutrition mostrou que o consumo regular de magnésio foi inversamente proporcional a ocorrência do acidente vascular cerebral (AVC). Nesse estudo com mais de 200 mil indivíduos mostrou que o consumo de magnésio (mais abundante na água alcalina) está associado com uma redução de 8% do risco total de ter um AVC.

Osteoporose:

Existe uma grande relação do pH ácido com a osteoporose. Os nosso metabolismo ósseo é extremamente sensível as alterações de pH sanguíneo. Dessa forma, quanto mais ácido é o pH maior a reabsorção óssea como mostra os estudos de "Burckhartd et al. (2009)" onde o consumo de água alcalina parece diminuir os níveis de PTH (hormônio responsável por elevar a reabsorção óssea). Ainda, o estudo de "Buclin et al. (2001)" revelou que uma dieta rica em alimentos ácidos aumenta e excreção de cálcio pela urina proveniente da reabsorção óssea.

Como eu avalio a qualidade de uma água alcalina?

Ela precisa ser:

Inodora, incolor, insípida, ter PH entre 8 a 10, ter uma boa combinação de minerais como cálcio, magnésio e potássio, ter alta condutividade elétrica e alto poder de hidratação, ou seja, ter baixa
tensão de superfície.

Como eu consigo a água alcalina?

Atualmente no Brasil estão disponíveis no mercado algumas águas minerais alcalinas. Uma boa dica é sempre ler o rótulo da água e dar preferência as com pH acima de 7,5. Além disso, existem filtros específicos que transformam a água da torneira em água alcalina através de uma série de filtros específicos.
Lembre-se que a sua saúde e da sua família dependem de você! Seja consciente nas suas escolhas, veja os rótulos dos produtos no mercado, pesquise quais os melhores produtos e quais são os mais saudáveis. Por isso, questione sempre e traga equilíbrio para a sua vida.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Organização de mesas e cadeiras em festas, como fazer?


Quando se trata do mais relevante em uma festa, dificilmente você terá mesas e cadeiras ocupando os destaques. Provavelmente esses elementos apenas serão notados caso não tenham uma boa apresentação ou estejam em falta, o que com certeza será pontuado pelas reclamações dos convidados.

Porém, a má organização e disposição das mesas no salão é o principal incomodo. Mesas muito próximas ou que atrapalham a livre circulação com certeza serão causa de insatisfação e deixarão impressões negativas sobre a sua festa.

Comece pela disposição dos móveis

Por isso, o melhor a fazer é começar pela disposição dos móveis no espaço determinado para a festa. Se você já organizou uma festa, seja qual for o tipo, sabe que, após definir o local e a quantidade de convidados, o próximo passo é pensar em onde colocar as mesas e cadeiras. Essa etapa precisa ser bem planejada, para que os todos se sintam confortáveis e possam circular com tranquilidade pelo lugar.

Quando você definir onde a festa vai acontecer, já decida o local da mesa principal. Tenha em mente que ela deve ficar em um lugar que possibilite aos convidados visualizá-la facilmente. Lembre-se de deixar espaço suficiente ao redor da mesa (por volta de meio metro atrás e nas laterais) para facilitar a movimentação.

Encontre a relação ideal de distância entre as mesas

É importante que haja uma distância significativa entre a mesa principal e as outras, facilitando a aproximação dos convidados na hora de cantar o Parabéns. Caso não exista espaço suficiente para isso, opte por mesas leves, como as de plástico, para que seja possível afastá-las nesse momento.

Sempre procure manter uma distância confortável entre as mesas dos convidados, de forma que as pessoas possam transitar sem esbarrar em ninguém. Quanto às mesas com comidas e bebidas, o ideal é colocá-las junto a uma parede, assim elas não ocupam muito espaço na festa.

Espero que com essas dicas sua festa seja incrível, cheia de momentos incríveis e lembranças duradouras!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Como escolher a Água Mineral?


“Em excesso, até água faz mal.” Quem nunca ouviu essa máxima? Pois ela é uma prova de quão imaculada é a reputação do líquido. Ora, se “até” ele tem lá seus riscos, a depender do volume ingerido, o quão imaculada é a reputação do líquido. Ora, se “até” ele tem lá seus riscos, a depender do volume ingerido, o que dizer de outros alimentos? Apesar de tamanho prestígio, e dos constantes avisos para capricharmos na hidratação, ainda não dá para dizer que a água ocupa o merecido espaço em nossa rotina – o que tem feito mais mal ao cidadão, nesse sentido, é a falta dela. 

Em estudo recente conduzido pela Danone Research, pesquisadores avaliaram o consumo da bebida em 13 países, incluindo o Brasil. Os resultados apontam que tomamos, em média, 1 830 mililitros de líquido por dia, mas apenas 42% do volume, ou 769 mililitros, seria proveniente de água pura. Bem longe, portanto, dos cerca de 2 litros que nos incentivam a ingerir. 

É claro que refrigerantes, sucos e chás acabam fornecendo água. Só que seus benefícios podem ser suplantados pelos prejuízos ocasionados por açúcar e outros aditivos normalmente encontrados nesses produtos.

A nefrologista Camila Rodrigues, do Hospital das Clínicas de São Paulo, observa que, para evitar a formação de pedras nos rins, por exemplo, o tipo de líquido faz toda a diferença. “Pesquisas mostram que o consumo de refrigerantes adoçados aumenta o risco de cálculo renal, enquanto o de água diminui essa propensão”, conta. 

Para além dos rins, a fórmula composta de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio (H2O) participa sem descanso dos processos digestivo, respiratório e cardiovascular. “E também desempenha papel fundamental na manutenção do volume de sangue, no controle da temperatura corporal, no transporte de nutrientes e na eliminação de substâncias que não são utilizadas pelo organismo”, lista a nutricionista Ana Carolina Colucci Paternez, coordenadora do curso de nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie, na capital paulista. 

Embora algumas entidades façam recomendações sobre a quantidade adequada de consumo de água – para a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, por exemplo, a dose para homens e mulheres é de 2,5 e 2 litros, respectivamente -, os experts frisam que os valores variam bastante. “Certas pessoas precisarão de 4 litros ou mais, como os esportistas”, ilustra Ana Carolina. 

Há ainda situações específicas que exigem hidratação mais intensa. “Presença de febre, transpiração excessiva e muito calor são algumas delas”, enumera a nutricionista Lara Natacci, diretora clínica da DietNet, em São Paulo. 

Mas como escolher? 

Há algum tempo, a pergunta soaria estranha. Mas, hoje, além do líquido que escoa pela nossa torneira (e costuma passar por um filtro – veja quais os melhores aqui), vemos diversas opções de água mineral engarrafada nas prateleiras. É que esse mercado, embora tímido, está em franco crescimento em nosso país. 

“Trata-se de um fenômeno mundial, incentivado pela tendência de buscar produtos benéficos à saúde”, analisa o geólogo Carlos Alberto Lancia, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais, a Abinam.

Para Antônio Vidal, superintendente da empresa Minalba Brasil, o modelo sustentável também agrada à sociedade atual. “A legislação é bem rígida. Precisamos, entre outras coisas, respeitar a capacidade do lençol freático, explorando uma quantidade limitada de água mineral”, explica. 

Para garantir a qualidade do produto, o aquífero deve ser rodeado de natureza – nada de fábricas, plantações ou qualquer outro sistema capaz de contaminar o local. Afinal, a bebida extraída do lençol não pode sofrer alterações até chegar ao consumidor. “Ela é retirada da fonte e diretamente envasada. É 100% natural”, descreve Luiza Rossi, gerente de água e chá da Coca-Cola Brasil.

Outro diferencial é que, por ter contato com rochas, o líquido absorve sais minerais e os chamados oligoelementos – seria, portanto, mais rico. 

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Água mineral é tudo igual?


Não é só H2O que tem dentro da garrafa de água que compramos. Há muitos outros componentes, como sais minerais, cálcio, carbonatos, sulfatos, sódio, magnésio, entre outros. Essa composição depende muito da fonte de qual é retirada. Assim, uma mesma marca pode ter características diferentes dependendo o estado em que é vendida, se as fontes forem diferentes. 

Os minerais são responsáveis pelo gosto da água. Luciano Peske Ceron, professor de engenharia química na PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), diz que águas com grande quantidade de cálcio e magnésio, por exemplo, são consideradas "duras", e têm um sabor pouco agradável.

As principais características a se observar na água são a composição de sódio e o pH, que determina se a água será ácida ou alcalina. 

É melhor para a saúde tomar água com mais sais minerais? A quantidade de sais minerais na água é baixa e não deve ser levada em conta no valor nutricional, explica Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês. "Uma alimentação rica em frutas e verduras fornece todos os minerais necessários para a manutenção do corpo", diz. 



Sódio 

Algumas águas têm muito sódio, outras têm menos sódio. A quantidade na água em si não é muito grande, mas somada ao sódio que se ingere nos alimentos gera impacto no final do dia.

"O grande problema é que a população brasileira já consome muito sódio", diz Ceron. Portanto, ele recomenda consumir uma água com baixo teor de sódio, abaixo de 30 mg/l. 

Zilli explica que a escolha é especialmente importante para hipertensos, pessoas com problemas renais e portadores de doenças cardiovasculares. "Deve-se dar preferência a águas com menor quantidade de sal, porém a maior fonte do sal da alimentação vem principalmente de alimentos processados e embutidos." 

Segundo a Anvisa, se a água tem mais de 200 mg/l de sódio é necessário constar no rótulo um aviso. Ou seja, até essa quantidade, é considerado normal. No entanto, Ceron aponta que acima de 100 mg/l já apresenta algum perigo devido à alta ingestão de sódio pela população. 

pH 

Outro parâmetro muito importante a ser observado é o pH da água, índice que aponta a acidez. Para se ter uma ideia, refrigerantes têm um pH próximo de 2,5, bastante ácido. O leite tem pH entre 6,5 e 6,8. 

O pH varia de 0 a 14 e 7 é considerado neutro, o que seria ideal para a água. "Um pH mais baixo (mais ácido) pode levar a irritação da mucosa gástrica com sintomas de azia e dor de estômago", diz o médico.

Para quem acha que águas alcalinas funcionam como antioxidantes, ele alerta: "não existe comprovação científica desse resultado". 

"Embora seus defensores alegam que a água com pH básico pode ajudar a manter o pH do sangue, impedindo assim certas doenças e promovendo a perda de peso, o fato é que nosso corpo regula cuidadosamente o pH no sangue e não é a água que você toma que vai mudá-lo substancialmente", diz. Se bem não faz, mal também não.

Água da torneira

Sabemos que a água da torneira é tratada com cloro, que é ácido, mas os filtros são capazes reduzir a quantidade do elemento e aproximar o pH da água do neutro. Os filtros de carvão ativado ou de barro funcionam da mesma forma e são eficazes para equilibrar o cloro, diz Ceron. 

Água com gás 

Há dois tipos: a gaseificada naturalmente e a artificialmente. Na segunda, coloca-se gás carbônico (CO2) dentro da água sob pressão. O pH da água com gás é mais ácido, entre 5 e 6 e ela fica mais protegida contra proliferação de bactérias por causa da ação do CO2. Mas para pessoas com problemas gástricos, ela tem o mesmo efeito da água comum ácida, podendo irritar a mucosa. 

Prazo de validade 

Normalmente águas são em torno de um ano após o engarrafamento. O prazo de validade deve estar indicado na embalagem.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

A Água Mineral de Ibirá é considerada medicinal.


Veja algumas descrições científicas a respeito desta água.


9 Benefícios das Águas Alcalinas de Ibirá:

Vanádio (metalóide)
- Moderador das oxidações orgânicas, portanto atua no rejuvenescimento.
- Favorece o anabolismo, atuando nas debilidades em geral e convalescença das infecções agudas.
- Atua no mecanismo de ação da insulina, facilitando sua entrada na célula, o que favorece o organismo do diabético.
- Auxilia o metabolismo dos carboidratos e lipídios (gorduras), o que proporciona a diminuição do colesterol e das triglicérides, atuando positivamente então na aterosclerose e como coadjuvante no emagrecimento.
- Utiliza a mesma via de transportes e absorção que o ferro, portanto com este compete, assim atua nas anemias globulares.
- Favorece patologias do sistema respiratório superior e inferior (rinofaringite, laringite estrindurosa, asma, bronquite, adenopatia cervical e traqueobrônquica.)
- Combate radical livre, portanto, evita a modificação celular e sua repercussão nos órgãos dos sistemas, com isso são consideradas profilático do câncer.
- Atua diminuindo o cansaço físico e mental, causando uma sensação leve e de bem estar, sendo assim excelente antiestressante.
- Possui efeito dermatológico cicatrizante; esteticamente proporciona brilho para os cabelos.



(aguaibirasp.com.b)


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Água é tudo igual? Não! Conheça a com pH alcalino, que promete até combater o envelhecimento


S
ua avó já dizia que beber dois litros d'água por dia era cura para quase todos os males, de gripe a intestino preso, além de fundamental para limpar o organismo. Seu endocrinologista também bateu na tecla até cansar, reafirmando que os tais dois litros mínimos eram parte obrigatória da dieta para se livrar dos quilos extras. A questão é que agora não basta beber muita água: você tem de beber a certa.


Ao contrário do senso comum, água não é tudo igual. Ela pode ser mineral, purificada, filtrada, termal, efervescente, de geleira. E ainda pode ser dividida em neutra (pH 7), ácida (pH abaixo de 7) e alcalina (pH acima de 7). “O que define o pH e torna a água ácida ou alcalina é a quantidade de íons de hidrogênio presentes em sua composição”, esclarece a nutricionista funcional Karina Al Assal.

A versão com o pH acima de 7 tem sido apontada como uma forma de hidratação que promete dar um boost ao organismo. “Estudiosos observaram que, em lugares onde a água é naturalmente mais alcalina, a população tem expectativa de vida maior”, conta Liliane Oppermann, nutróloga e ex-diretora da Associação Médica Brasileira de Ortomolecular (AMBO). A água alcalina é ideal porque termina equilibrando o organismo. “Muitos hábitos contemporâneos estimulam a acidez, como dormir pouco, manter uma dieta não balanceada, abusar de café, refrigerantes e bebidas alcoólicas, passar por períodos de estresse. O problema é que o pH ácido aumenta a ação dos radicais livres”, adverte Liliane. Para combater esses vilões-mores do envelhecimento, é preciso aumentar o pH do organismo, para então atingir o equilíbrio. E a água alcalina tem justamente esta função: combater a acidez gerada pelos (maus) hábitos cotidianos, re estabelecendo o pH neutro.


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Saiba como escolher a água mineral mais saudável



Um dos poucos alimentos que são liberados de forma quase unânime por médicos e nutricionistas é a água. Bebê-la não tem contraindicação. Mas você já deu uma olhada no rótulo da garrafa de água mineral que o acompanha todos os dias?
Pois muita gente andou olhando e não gostou do que viu. A quantidade de sódio e a variação desse elemento entre uma marca e outra é de causar engasgos. Para tirar a prova, Zero Hora fez um teste: consultou o rótulo de 10 marcas de água mineral. Foi constatado que a quantidade pode variar de 3,086mg/l até 103,86mg/l, o que representa uma diferença de mais de 3.000%.
Apesar de esses números assustarem, nenhuma marca de água mineral está fora dos limites aceitáveis pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é de 600 mg/l. Ainda assim, os especialistas recomendam atenção na hora de escolher a água que você vai beber. 

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— A nossa alimentação já tem muito sódio, que consumimos por meio dos produtos industrializados e do tempero que adicionamos, e ainda vamos ingerir mais na água? Ela deveria ser uma fonte de hidratação, e não o contrário — afirma a nutricionista e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) Raquel Dias.
De uma forma geral, o excesso de sódio na alimentação causa retenção de líquidos, o que leva ao aumento da pressão arterial. Por isso, o alerta serve principalmente para as pessoas que sofrem com hipertensão, problemas cardiovasculares e renais, que são potencializados com o alto consumo desse elemento.
Mas a qualidade da água não depende somente da quantidade de sódio que ela contém. Há diversos outros fatores que devem ser considerados, como o índice de pH. O "potencial hidrogeniônico" é uma escala que mede o nível de acidez da água. A recomendação da American Public Health Association é que o pH varie de 7 a 10, o que caracteriza uma água neutra ou alcalina. Nas marcas pesquisadas por ZH, foi encontrada uma variação grande neste índice: de 5,45 (água ácida) até 9,58 (água alcalina).
— A qualidade da água é determinada pela quantidade e pela qualidade dos minerais que ela contém. O ideal é sempre analisar os elementos de cada água para saber se você está comprando um bom produto — complementa o professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Olinto Monteggia.
Para saber qual a melhor escolha, a nutricionista e professora da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Gilberti Hubscher recomenda:
— O sódio deve ser o primeiro fator a ser analisado, mas o ideal é buscar um equilíbrio entre um bom pH, uma quantidade pequena de sódio e bons níveis de outros minerais importantes para a saúde, como o potássio e o magnésio.
Fonte: ZH Vida
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